Ultra420 - A Primeira Head Shop do Brasil
A Ultra420 nas mídias

Veja o que a imprensa está falando da Ultra420:

 

 
► Programa Okay Pessoal do Otávio Mesquita  

 

Fonte: SBT - Programa Okay Pessoal - Clique aqui
18/09/2015

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Programa Tv TRIP

Trip TV mostra como comerciantes lucram legalmente com mercado da Cannabis
A Marcha da Maconha acontece neste sábado (23) em São Paulo. Enquanto a legalização não vem, a atração mostra empreendedores que faturam alto com o mercado da erva, mas, claro, sem infringir a lei.

 

Fonte: Programa Tv TRIP
22/05/2015 

 

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 ►Quebrando o Tabu

 

 Fonte: Quebrando o Tabu
22/05/2015 

 

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 Degustação da cerveja: ULTRA420 - Papo & Breja #101 Nossa breja foi testada e aprovada pelo pessoal do Papo e Breja, divirta-se

 

Fonte: Papo & Breja  
Data: 16/07/2015 

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Empreendedor do ramo canábico conta como foi viver o Verão da Lata

 

  

Hoje em dia, Alexandre Perroud é conhecido como um dos principais empresários do ramo canábico no Brasil, criador da Ultra 420, uma das principais headshops do país, pioneira no ramo de franquias e vendas online, e que recentemente também inovou lançando a Ultra Machine. Entretanto, em 1987, quando tinha apenas 19 anos, e curtia o litoral paulista surfando, ele viveu o famoso Verão da Lata e lembra com entusiasmo das histórias envolvendo o episódio.

Como muitos brasileiros que se depararam com as latas, Perroud estava pegando onda junto de um amigo no Morro do Maluf, na Praia de Pitangueiras, no Guarujá, quando ambos avistaram objetos prateados boiando no mar.“A gente já estava ligado nas histórias, e quando se aproximou percebemos que eram duas latas. Fomos remando até umas pedras e escondemos lá, pois nossa preocupação nem era a polícia, mas o salva-vidas que fumava um com nós”, explica, contando que retornaram mais tarde para buscá-las “A gente voltou lá de carro, com mochila, e levamos para o meu apartamento. Eu lembro que quando abri a lata deu aquele barulho de vácuo, e veio um cheiro muito forte, forte mesmo, e era uma maconha bem escura, eu lembro muito disso, que era molhada e escura, mas eu vi outras da lata que eram mais claras”, diz.

Já sobre a qualidade da erva, o empresário não poupa elogios, assim como grande parte das pessoas que a experimentaram. “Na época a gente fumava aquela maconha ruim, cheia de galho e semente, e daí quando chegou a maconha da lata, ela era muito forte, quase derrubava de tão forte”, brinca Perroud. “As pessoas não queriam mais voltar para aquele “chafé”, como a gente chamava a maconha ruim, então quando as latas começaram a acabar todo mundo queria comprar”, conta, lamentando que tenha dado um pouco para familiares e para amigos. Quando a sua maconha da lata estava acabando, Perroud diz que foi enganado por uma, das tantas lendas urbanas que surgiram naquele verão. “Inventaram que um pescador lá de Ubatuba tinha, e eu cheguei a ir lá duas vezes pra encontrar o cara, mas acho que ele nem existia, ninguém tinha ouvido falar”, lembra. 

Ele recorda ainda, que na época, o usuário de maconha, não era visto pela sociedade como membro de uma tribo urbana, ou de um movimento cultural como é hoje, em que as pessoas já assumem o uso de maneira mais aberta. “Ser usuário era quase igual a ser ladrão. Na época que eu criei a Ultra, que foram anos depois, minha família e meus amigos davam risada, achavam que eu ia ser preso, porque eles não tinham tido o contato ainda com a cultura que já existia lá fora, que estava bem disseminada”, relembra Perroud que hoje é referência no ramo de negócios relacionados a cannabis. Ele é um dos palestrantes confirmados na 2º edição do Festival Ganja Talks, que acontece nos dias 29 e 30 de julho, em São Paulo, e celebra os 30 anos desse famoso verão, inclusive com um dia inteiro dedicado à discussão de negócios sobre a cannabis.

Fonte: Ganja Talks - Clique aqui
06/26/2017

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►Negócios canábicos buscam brecha no país; especialista vê risco de apologia

(...) Os acessórios para o consumo de maconha são o principal negócio de Alexandre Perroud, 49, dono da Ultra420. Ele tem uma loja própria na Galeria Ouro Fino, nos Jardins (zona oeste de SP), aberta em 1994, e franquias em Campinas (SP) e no Rio de Janeiro. Mais uma será inaugurada no mês que vem, em Perdizes (zona oeste).

Além das franquias, o empresário distribui seus produtos a outros lojistas, comercializa por e-commerce e está em fase de ajuste de máquinas de venda automática.

"Comecei em uma época em que a repressão era muito grande, minha loja passou por sete batidas policiais em oito meses. Busquei informações com um advogado para saber se o que estava fazendo era ilegal e fui alertado sobre o que poderia oferecer", conta Perroud. De acordo com ele, cada loja fatura por mês, em média, R$ 25 mil.

Fonte: Folha de São Paulo - Clique aqui 
13/11/2017

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► Legalização da maconha no Uruguai gera oportunidades para brasileiros


A legalização da maconha no Uruguai tem mudado a vida de alguns brasileiros. Em geral, são pessoas que resolveram empreender no ramo ou que buscam tratamento médico dos derivados da planta. Brasileiros que vivem no país e turistas também sentem as mudanças na política de drogas do país vizinho.

Vanessa da Rocha, de Montevidéu, para a RFI Brasil

O governo uruguaio regulamentou o consumo, a produção e a distribuição da maconha em 2013, quando os uruguaios receberam permissão para cultivar a planta em casa ou em clubes canábicos.

Quatro anos depois, em julho deste ano, a última fase do processo de liberação entrou em vigor com a venda do produto nas farmácias. Até então, 11.900 uruguaios se cadastraram para comprar os pacotes da erva produzida sob a tutela do governo com limite de consumo de 40 gramas por mês. O papel para preparar o cigarro e outros acessórios são vendidos em diversas lojas que se multiplicaram pelo país, depois da legalização.

Bem antes da aprovação, empreendedores brasileiros já estavam atentos ao potencial da maconha nos negócios. No caso do paulista, Alexandre Perroud, de 48 anos, os empreendimentos no ramo canábico começaram em 1994. O fundador da loja Ultra 420 observa que a legalização  no Uruguai gerou interesse em novos empreendedores do Brasil, “esse foi o legado do Uruguai, pessoas se sentindo seguras para entrar nesse mercado. As pessoas começaram a querer abrir headshops, growshops… e isso aí vem crescendo muito, muito, muito. Nunca ouve no mundo e no Brasil um momento tão propício para os negócios canábicos”.

Segundo o último relatório da ONU, 180 milhões de pessoas consumiram maconha no ano de 2015. Uma estimativa da empresa americana New Frontier, especializada em pesquisas no tema, indica que a maconha movimenta mais de 5 bilhões de dólares nos países onde o produto é legalizado. O gaúcho Henrique Reichert, de 30 anos, se mudou para o Uruguai em 2014 e teve a vida modificada por causa do interesse do mercado no ramo. No ano passado, ele decidiu criar um canal no You Tube chamado "Eu, a maconha e uma Camera”.

A ideia não era comercial, era apenas recreativa, mas meses depois já tinha patrocínio de empresas, “decidi fazer o canal e falar sobre a lei de maconha do Uruguai principalmente para brasileiros. E gerou muita mídia, muita divulgação no Brasil. Fez com que marcas entrassem em contato, pessoas interessadas em investir e a  fazer coisas no Uruguai relacionadas a isso e desde dezembro eu me dedico exclusivamente ao projeto”.


Uso medicinal

Já os brasileiros que dependem da maconha para o uso medicinal estão fora dessa agitada rota comercial. Quando ocorreu a legalização no Uruguai, as famílias que precisam do medicamento no Brasil criaram expectativa de agilidade na liberação do Canabidiol, o derivado da planta com propriedades médicas, mas isso não ocorreu. Para o paulista João Paulo Costa, de 33 anos, que usa a maconha para o tratamento da epilepsia, não há dúvidas da eficiência do produto no tratamento. “Eu dormia num quarto blindado de som e de luz, dormia com fone no ouvido também porque ninguém podia me acordar que eu convulsionava. Hoje consumindo cannabis eu consigo ter uma vida normal”.

Logo que a droga foi liberada no país vizinho, muito se debateu se o Brasil seguiria o exemplo. A questão naturalmente envolve uma discussão maior dada as caracteristicas de cada um dos dois países, mas de qualquer forma, tem sido observada com atenção no mundo todo.

Denise Tamer, de 31 anos, é gaúcha e mora em Montevidéo há um ano e meio. Ela avalia que a iniciativa uruguaia pode alimentar reflexões aos brasileiros. “A segurança aqui funciona”. Para ela, alguns pontos podem servir de inspiração, “o Uruguai é um país muito evoluído na questão do respeito das diferenças das pessoas, então eu acredito que o Brasil tem muito a aprender em relação a isso, respeitar o outro”, conclui.

Fonte: Radio France Internationale - Clique aqui
12/08/2017 

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► O negócio da erva...

...No Brasil, existem headshops que vendem produtos para fumar maconha em Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Campinas (SP) e Londrina (PR). “Não temos um nicho pequeno. O uso não é modismo. Muita gente fuma. A legalização do seu uso é importantíssima em termos econômicos. A maconha é um mercado quente”, afirma o publicitário Rodrigo Oliveira Martins, 34, do headshop Sr. Haxi, de Salvador.

O mais antigo dos headshops, o Ultra 420, que funciona desde 1996 em São Paulo, tornou-se franquia. Em 2007, foi aberta uma filial no Rio e, neste ano, uma em Barão Geraldo, em Campinas (98 km de São Paulo)“A margem de lucro para acessórios de maconha é alta: gira em torno de 100%”, diz Alexandre Perroud, dono da rede. A maior parte dos acessórios para fumar maconha no país ainda é importada, diz.“Em torno de 70% a 80% dos produtos são estrangeiros. Já foi pior, houve uma ampliação da fabricação nacional de alguns itens, como as sedas.”...

Fonte: Uol noticias - Clique aqui

 

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► Aula sobre o mercado e futuro da cannabis encerra Panorama Ganja Talks

 



Na derradeira aula do Panorama Ganja Talks o passado, presente e futuro da cannabis tomaram conta da discussão promovida pelos ganjapreneurs João Paulo Costa e Alexandre Perroud. Por mais de duas horas, o mercado e a cena da indústria da cannabis no mundo e no Brasil estiveram em pauta no curso mais completo sobre a maconha no país.

Alexandre Perroud, fundador e dono da Ultra 420, a primeira headshop no Brasil, deu ínicio aos trabalhos falando sobre sua experiência pioneira no mercado brasileiro de cannabis. Perroud contou sobre os obstáculos e dificuldades de abrir um mercado inédito no país, como lidar com o conservadorismo na sociedade brasileira mas também como os tempos de crise são bons momentos para inovar e superar desafios, "todos os períodos de crise que passei foram muito bons porque foram momentos em que eu consegui me reinventar e criar novas ideias e projetos."

Um aspecto muito abordado tanto nas falas de Perroud, quanto nas de João Paulo foi a inovação. Apresentando um elaborado cenário de como o mercado canábico está se desenvolvendo, o fundador do aplicativo Who Is Happy abordou as várias empresas, cargos, dinâmicas de trabalho e negócios que estão surgindo entorno da cannabis, "o mercado da cannabis está se desenvolvendo, se profissionalizando e se industrializando de uma maneira muito diferente pois é uma frente totalmente nova em muitos aspectos." disse Costa. Perroud ainda completou: "o que importa no ramo da cannabis é como você aprende, adquire conhecimento e utiliza isso no seu negócio. Não depende de um curso, de uma faculdade, mas sim das suas próprias habilidades e de como você as utiliza".

Com um palpite otimista, João Paulo finalizou: "acredito que em dentro de três anos mais ou menos após a descriminalização teremos mudanças boas sobre legalização e o começo de um mercado mais estabelecido".

Depois de três semanas de muitos debates o Panorama Ganja Talks chega ao fim com a certeza da missão cumprida. Muita informação e conhecimento nas mais diversas áreas foram debatidos por profissionais competentes de campos distintos, de advogados e deputados federais a pacientes canábicos e médicos, de comunicadores a empreendedores e entusiastas, a cannabis se mostrou um ponto comum a grupos que nem sempre andam juntos, mostrando todo seu potencial de crescimento, aproximação e união.


Fonte: Ganja Talks - Clique aqui
12/06/2016

 

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► Panorama Ganja Talks encerra com aula sobre empreendedorismo canábico

O presente da cannabis já foi discutido de várias maneiras, seja pelos aspectos políticos, econômicos e culturais, o Panorama Ganja Talks abordou a cannabis por diversas frentes de discussão, e na noite da próxima segunda-feira, 5, os trabalhos serão encerrados com a aula final sobre empreendedorismo e negócios da indústria canábica.

Ministrada por João Paulo Costa, fundador do aplicativo Who Is Happy e Alexandre Perroud, pioneiro das headshops no Brasil, a aula abrangerá temas como o potencial de crescimento do mercado canábico no mundo e no Brasil, a situação de quem trabalha atualmente na cannabis e como atuar na área com eficiência e inteligência, além de um bate-papo encabeçado pelos ganjapreneurs.

Um dos ramos mais importantes na crescente indústria da cannabis, o empreendedorismo poderá desempenhar um papel fundamental para que a transição entre ilegalidade e legalidade aconteça de maneira mais rápida e eficaz e em países onde o mercado já está sendo regulamentado como Uruguay e os Estados Unidos, os benefícios em diferentes áreas como economia, educação e saúde estão aparecendo.

O futuro da maconha também estará em discussão, frente às mudanças políticas no Brasil e principalmente, nos Estados Unidos, a sociedade se vê diante de uma mudança talvez sem precedentes em todos os seus âmbitos, e para acompanhar essa evolução é preciso ampliar e difundir o debate.

Para acompanhar a última aula do Panorama Ganja Talks, acesse www.ganjatalks.com.br/panorama e garanta seu ingresso com valores atualizados, tanto para presencial quanto para streaming avulsos. A aula ocorrerá as 20h, no Espaço Cult, na Vila Madalena, compareça!


Fonte: Ganja Talks - Clique aqui

12/04/2016

 

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Ultra Machine: Já imaginou uma máquina que vende sedas, piteiras e trituradores como se fossem refrigerantes ou salgadinhos?

Na vanguarda das head shops, a Ultra420 sai novamente na frente trazendo para o Brasil uma nova oportunidade de mercado: as máquinas diretas no mesmo formato “pague e leve” dos clássicos equipamentos que comercializam alimentos. Vantagem para o usuário (que tem a mão os principais produtos canábicos) e bom para quem vende (que tem a oportunidade de lucrar com baixo investimento e pouco trabalho). Conheça a novidade de perto aqui no Smoke Buddies.

Corta a cena: você vai bolar aquele faz-me-rir e se deparar com uma caixinha vazia de sedas – isso quando sobra a caixa. Não seria ótimo ter a mão de forma rápida e prática todos os utensílios que você precisa para fumar? Assim como naquelas boas e velhas máquinas de refrigerantes, doces e salgadinhos, onde é só pagar e levar? Você já pode parar de sonhar, pois a Ultra420, a pioneira quando se fala em head shop, saiu na frente novamente. A novidade são as chamadas “máquinas diretas”, que reúnem cerca de 50 produtos à disposição do usuário.

Ultra Machine: Já imaginou uma máquina que vende sedas, piteiras e trituradores como se fossem refrigerantes ou salgadinhos?

Na Ultra Machine, você tem a mão sedas, piteiras, trituradores, filtros, isqueiros, pipes e até bongs – tudo com a qualidade Ultra420 e sem pagar a mais por isso. Justo, certo? Isso tudo com a facilidade e rapidez que uma máquina direta proporciona – o que é ótimo para aquela hora em que o seu papel para bolar acaba. Papel de pão não dá, né?

E como em roda de maconheiro, todo mundo sai ganhando, além dos benefícios para o usuário, quem vende também se dá bem. Depois de sua linha de produtos próprios e após ingressar no mercado de franchising, a Ultra420 aposta em oferecer para quem sonha em ser empreendedor a oportunidade de lucrar com baixo investimento e praticamente nenhum trabalho.

 

Quer ser um empreendedor canábico?

Ultra Machine: Já imaginou uma máquina que vende sedas, piteiras e trituradores como se fossem refrigerantes ou salgadinhos?R$ 1 bilhão! Essa é a previsão de faturamento no mercado brasileiro das máquinas diretas em 2016. E esse número pode ser ainda maior! Atualmente as vending machines vão além do que novas formas de consumo, elas representam novas formas de investimentos. A primeira Head Shop automática do Brasil que tem produtos de conveniência, alto giro e preço habitual indo até R$ 70,00, aliado ao baixo investimento, pode ser a forma mais prática de ingressar no empreendedorismo canábico.

Os diferenciais da Head Shop automática Ultra420, começam no contato visual, que segue o designe vibrante da marca o que a destaca em diversos ambientes. Outro ponto inovador é o software que a empresa investiu, garantido interatividade e facilidade aos clientes na hora da compra. Ela pode ser instalada em shoppings, rodoviárias, casas de shows, bares, eventos, entre outros pontos de grande circulação, sem a necessidade de ser fixa, desde que respeite o território de outros franqueados e licenciados.

“O único trabalho real do licenciado, fora acompanhar as vendas, será a reposição dos produtos na máquina, o que é super fácil de fazer”, conta Alexandre Perroud, fundador da marca.

Com a expertise de mais de 22 anos de mercado, além de toda estrutura administrativa e de marketing, a Ultra420 oferece aos licenciados auxílio na seleção de pontos de venda, treinamento, manutenção e o acompanhamento em tempo real do estoque e desempenho da máquina, através de um aplicativo exclusivo no seu celular ou tablet.

 

Quais são as vantagens de investimento?

Além do baixo custo de investimento, os equipamentos automatizados dispensam a contratação de mão de obra, possuem produtos com margem de lucro alta e grande rotatividade. Ideal para quem busca complementar a renda, conciliando com alguma outra atividade e até mesmo fazendo desta sua principal fonte de ganhos. Com o sistema exclusivo de gestão automatizada, estrutura de fácil locomoção, gerenciamento, instalação e manutenção, aliado a publicidade e marketing sempre atualizados pelas redes sociais da Ultra, sua única preocupação será a reposição dos produtos, que é super fácil de fazer. O investimento é realizado através de um acordo de licenciamento com a Ultra – uma espécie de aluguel, onde o investidor loca a máquina mensalmente em troca do pagamento de royalties para a empresa. A previsão de retorno gira entre 2 a 16 meses (na pior das hipóteses), muito abaixo dos 30 meses, em média, de retorno para máquinas convencionais de venda direta.


Se interessou em ter uma vending machine canábica da Ultra420? Corra, pois a quantidade de máquinas são limitadas e a Ultra tá em busca de licenciados.
Envie agora mesmo um e-mail para licenciamento@ultra420.com.br

Fonte: Smoke Boddies - Clique aqui
11/11/2016

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Na Califórnia dos loucos anos 1980 descobri minha real vocação: a maconha

Era 1986, finalmente a ditadura havia chegado ao seu fim com a ajuda do movimento Diretas Já. No auge de meus 16 anos, meus pais me mandaram para a Califórnia para fazer um intercâmbio estudantil. Sorte a minha! Várias pessoas caiam em cidades do interior, mas eu acabei caindo na casa de uma família, em Costa Mesa, Orange County. Quando deixei o Brasil, nosso país estava preocupado com a hiperinflação e a legitimidade do mandato de Sarney. Ao chegar nos EUA, lá era travada uma guerra às drogas, pelo então presidente Ronald Reagan. Nesse mesmo ano, o mundo aguardava a passagem do cometa Halley, após 76 anos desde sua última aparição. Nessa época, o que eu mais gostava de fazer era pegar onda e fumar maconha (não necessariamente nessa ordem) e então, sempre pegava a bike e ia de Costa Mesa até Huntington Beach pedalando e brisando pelos canais que estavam secos.

Um dia, resolvi matar aula e ir pedalando com minha prancha no rack lateral da bike, e depois de 1:30h de pedalada, cheguei no melhor point para pegar onda, no píer de Huntington Beach, e o mar estava flat. E agora? Sem saber muito bem o que fazer, resolvi explorar melhor a área e encaroçar algumas lojas. Nos anos 1980 para 1990, as lojas eram muito segmentadas. Tinha skate shop, surf shop, lojas de discos de rock e metal, lojas de punk, mas nada era junto na mesma loja, cada tribo em seu canto. Depois dar algumas voltas, vi do outro lado da rua uma loja que tinha umas pranchas de surf jogadas no gramado, uns skatistas e uns metaleiros saindo, uns punks fumando e todos habitavam o mesmo lugar sem problema algum; aquilo me atraiu imediatamente, mesmo sem saber o que vendiam ali.

Ao parar na porta, percebi vários produtos muito coloridos, mas não consegui identificar direito o que eram. Entrei e comecei a passear com meus olhos pelos coloridíssimos bongs de acrílico e vidro que ali estavam… Trituradores, sedas de inúmeros tipos, cachimbos etc. E ainda, tinha uma seção totalmente dedicada a cartões postais. (Sou da época em que sequer existiam e-mails, de uma geração que vivia offline, da era analógica. Todo mundo que viajava, sempre enviava um cartão postal para ilustrar a viagem e contar como estava.) Naquele momento, meu sonho me escolheu e descobri o que queria fazer para o resto da vida. Não, não era fumar maconha (risos). Isso também, mas era trabalhar com a venda de produtos ligados à erva e com todo o universo cultural que a envolve. Eu finalmente, havia conhecido uma head shop (lojas especializadas em parafernália para fumo e que surgiram da cena de contra cultura hippie, no final dos anos 1960).

Nunca me esqueci daquele lugar… Nem do nome e do visual da loja. Ela foi a nave mãe que me inspirou. Muito obrigado por tudo, Raspberry Roach, sem vocês a Ultra420 não existiria.

Fonte: Hypeness - Clique aqui
10/2016

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► Como era ser maconheiro na época da ditadura

Nasci em meio à ditadura e, como muita gente, comecei a fumar maconha na minha adolescência, em plena década de 1980. Hoje, tenho 48 anos e muita história para contar, mas decidi começar te contando como era fumar maconha na época da ditadura (1964 a 1985) e como isso me fez criar a Ultra420, primeira loja de utensílios de maconha do Brasil.

Me chamo Alexandre Perroud e, desde cedo, me envolvi em diversos movimentos do underground da cena paulistana. Apesar de a maconha ainda não ser legalizada o Brasil, o cenário atual para quem é usuário já é bem diferente do que era há algumas décadas. A liberdade cada vez maior de poder portar seu baseado, entrar em uma headshop e escolher o sabor que quiser de blunt ou a seda que mais gosta… Quem não tem muito mais de 25 anos não tem ideia de como era antes.

Hoje, em muitos ambientes, já ‘pega bem’ falar que é maconheiro e bater no peito para dizer que é a favor da legalização, agora imagina isso nos anos 1980? Isso tudo que está acontecendo hoje, é fruto de muito tapa na cara e queimadura no corpo que nós “filhos da ditadura” levamos por estar fumando maconha na rua. Até porque, nenhum pai ou mãe permitia que os filhos fumassem em casa, todos tinham medo. Naquela época, ser chamado de maconheiro era a mesma coisa que ser chamado de ladrão; éramos considerados vagabundos. Podíamos estudar, trabalhar e sermos responsáveis que bastava alguém saber que fumávamos que perdíamos todo o crédito. Então acredite, tudo que está acontecendo agora, fomos nós que plantamos lá atrás. Essa troca mágica de experiências que acontece hoje em dia, entre a minha geração e a sua, era inimaginável na minha adolescência.

Hoje em dia, ser maconheiro é fazer parte de uma tribo, assim como ser surfista, rapper, skatista, etc.

Na minha adolescência, a gente não podia se expressar. Era proibido dizer que a maconha não fazia mal e que era algo que ajudava as pessoas. Muita gente já sabia disso lá atrás, mas morria de medo de falar. Como ainda não tínhamos uma constituição, as pessoas eram presas sem distinção. Podiam estar apenas fumando uma perninha de grilo ou levando um pezinho para casa que eram presos com penas altíssimas, como se fossem traficantes de grandes quantidades. Cansei de levar tapa na cara, ter que apagar o meu beck em alguma parte do meu corpo ou ainda, ter que engolir o baseado que estava fumando ainda aceso, só para não ser preso; fora a “caixinha” que tinha que pagar para poder ir embora e não rodar.

Quase sempre quem aparecia era a Rota, tropa de elite da polícia militar do Estado de SP. Ninguém sabia o que ia acontecer se tivesse que entrar naquele camburão, então ser pego não era uma opção. A gente fumava no que dava, não existiam sedas, cachimbos etc aqui n Brasil, fora que o “chá” (como chamávamos) era um fumo de qualidade muito ruim, solto e farelento, que só chapava e nada mais. A coisa começou a melhor por aqui, depois do Verão da Lata, mas isso já é uma outra história, que fica para uma próxima vez.
Alexandre Perroud é pioneiro, aventureiro, ‘hempreendedor’ e acredita transformar sonhos em realidade. Criador da Ulltra420, tem como hobby escalar vulcões ativos.

Fonte: Hypness - Clique aqui
09/2016

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Maconha: da ilegalidade ao empreendedorismo


Alexandre Perroud e Cazé Peçanha durante o primeiro Ganja Talks (Foto: Reprodução Instagram)

O ano é 2016 e ainda que lentamente, cada vez mais o debate acerca da maconha ganha protagonismo no cotidiano brasileiro. Dizem que é da boa, dizem que não presta, mas diante das mudanças nas leis ocorridas nos últimos anos em vários países como Holanda, Portugal e Estados Unidos, o mercado da maconha ganhou destaque e vem saindo da ilegalidade para conquistar de forma legítima o seu espaço no mundo dos negócios, inclusive em países onde a erva ainda não é totalmente aceita, como o Brasil.

Nessa toada, o empreendedor Alexandre Perroud pode ser considerado o pioneiro dos negócios canábicos em terras brasileiras. Criador da primeira headshop no país, a Ultra420, o paulistano conta que a referência para abrir seu negócio vem de viagens internacionais onde entrou em contato com essas novas atividades. “O primeiro contato que tive com o universo das headshops foi no ano de 1986 quando fiz um intercâmbio cultural e acabei aterrissando em Costa Mesa, Califórnia, mas somente em 1993 após uma viagem a Amsterdam que retornei ao Brasil com um olhar empreendedor e resolvi me aventurar neste segmento.”

Para começar a Ultra 420, Perroud precisou de muito mais do que conhecimento sobre a maconha, aliás, esse foi só um detalhe durante o processo: “antes de abrir meu negócio me consultei com um advogado criminalista para verificar onde estava pisando, uma vez que não existia nada parecido naquela época”. Hoje, cerca de 20 anos depois da primeira loja, o empreendedor colhe frutos pela ousadia e inovação: “a Ultra420 está formatando a primeira rede de franquias de headshop no Brasil, algo totalmente descartado há duas décadas”.

Atualmente a Ultra420 conta com três lojas franqueadas e com repertório amplo de produtos, inclusive de fabricação própria. Aliando boas ideias a um mercado instável e por vezes, estigmatizado, Perroud conseguiu fortalecer sua marca e hoje é visto como um dos principais nomes do segmento, inclusive influenciando uma nova geração de empreendedores canábicos, que são bem diferentes do estereótipo do “maconheiro vagabundo”.

Fonte: Ganja Talks - Clique aqui
Programa  Da ilegalidade ao empreendedorismo

 

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Afinal, como era fumar antes das headshops existirem?

Hoje em dia a missão de fumar um é fácil e variada – dá até para escolher como quer tragar sua erva. Mas lá atrás, nos anos 1980 e 1990, a missão era bem mais difícil. E foi assim até a chegada da primeira headshop brasileira, a Ultra420. Veja como o comportamento do maconheiro mudou de lá para cá

“Eu não quero saber de mais nada, só quero saber: quem tem seda?” 

Hoje em dia, a resposta para esta pergunta é quase sempre positiva – afinal, é difícil não achar pelo menos um maconheiro portando o papelzinho quando você precisa. O mesmo vale para trituradoresvapes, ou até mesmo pipes e bongs – acessibilidade que pode ser facilmente relacionada com a disponibilidade das headshops.

Mas nem sempre foi assim…

 

Ultraeco - Sedas Ultra420

Hoje em dia: Variedades  Foto Phill Whizzman – Smoke Buddies

Lá atrás, por volta dos anos 80 e 90, o que rolava eram os famosos “sedanapos” furtados das padarias e bares, papel de pão, as amarelas “colomys” ou então pequenos cachimbos. Fato que constantemente é lembrado por alguns usuários das antigas. Só quem tinha aquele amigo mais viajado, que conseguia trazer produtos importados para as terras tupiniquins, que acabava fumando sua erva em sedas de verdade. De repente, a forma de fumar mudou.

Hoje, o mercado das headshops segue em crescimento no Brasil e no mundo, sendo muito mais bem aceito pela sociedade. Mas antigamente era bem diferente. Até o final da década de 80 não havia por aqui nenhum empreendedor disposto a se arriscar em um segmento até então proibido e totalmente recriminado ou mesmo alguém que enxergasse este enorme espaço de investimento. Mas se havia uma carência de oferta e muito maconheiro para criar a demanda, porque não ter essa variedade nas prateleiras por aqui? Foi aí que primeira headshop brasileira apareceu: “Era necessário que os fumantes tivessem acesso a produtos de qualidade, reduzindo também os danos a sua saúde”, conta Alexandre Perroud, criador da Ultra 420. Nos anos 90, Alexandre viajou para Amsterdam, o paraíso canábico, e lá conheceu as infinitas possibilidades quando pensamos em utensílios e assessórios para fumar sua erva. Assim, em 1994 começou a trazer produtos dos EUA para expor e comercializar em mercados itinerantes para mais tarde, em 1996, fundar a primeira loja da marca, a pedido de seus clientes, em um dos principais picos de SP: a Rua Augusta.

“Tudo que é novo causa estranheza e com as headshops não poderia ser diferente”, diz Perroud. Mas apesar da resistência inicial, muitos se encantam até hoje ao visitar uma loja que para muito maconheiro, é um verdadeiro paraíso.

Não teve jeito: a forma de fumar (e de comprar) mudou. Na vanguarda do mercado das Headshops, a Ultra420 passou a fornecer aos maconheiros dos cantos mais verdes do Brasil diversas sedas, bongs, pipes, trituradores e tudo o que há de melhor na cultura do fumo para, em 1997, 1 ano após inaugurar sua primeira loja, iniciar a fabricação própria de cachimbos e bongs. Acabaram as épocas de vacas magras e papel de pão. A Ultra lançou por aqui um novo nicho de mercado que veio pra ficar. Hoje, se você consegue encontrar aquela seda bacana ou mesmo sua camiseta favorita, foi graças a muita gente que pôs a cara a tapa lá trás. E a Ultra420 com certeza é uma das grandes culpadas por fumamos com qualidade e variedade. Bora visitar uma headshop?

 

Seda, blunts, isqueiros, aromatizadores e tudo mais que o consumidor precisar. Foto Phill Whizzman - Smoke Buddies

Seda, blunts, isqueiros, aromatizadores e tudo mais que o consumidor precisar. Foto Phill Whizzman – Smoke Buddies

Além da loja virtual, a Ultra 420 conta com sua clássica loja em SP (Galeria Ouro Fino, no Jardins) e duas franquias cariocas, uma localizada no Arpoador (Galeria River) e outra em Niterói (no Center V em Icaraí).
Ficou com vontade de ter uma Head Shop para chamar de sua? A Ultra 420 pode te dar uma mãozinha!

Fonte: Smoke Buddies
23/09/2016

 

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► Conheça a história do primeiro “hempreendedor” do Brasil

Se hoje as headshops – ou “tabacarias contemporâneas” – são populares no Brasil, agradeça a Alexandre Perroud. Quando decidiu fundar a Ultra420, primeira loja do gênero no país, o paulistano enfrentou toda sorte de preconceito e repressão. Mais do que simplesmente lançar produtos inéditos, ele ajudou a fomentar a luta pela legalização da maconha. Duas décadas depois, comemora o sucesso da marca e dá sequência à expansão através de franquias. “Ativismo também se faz com negócios”, afirma.

Foi durante um intercâmbio estudantil na Califórnia, em 1986, que o empresário teve o primeiro contato com o universo das headshops. “Após as aulas, eu costumava surfar em Huntington Beach, até que, em um dia sem ondas, conheci uma loja chamada Raspberry Roach“, relembra. Pouco tempo depois, durante uma viagem a Amsterdam, teve a chance de visitar outras lojas semelhantes.

Fascinado pelos produtos coloridos e modernos, Alexandre percebeu que estava diante de um nicho de mercado até então inédito no Brasil. “Era diferente de tudo que eu conhecia e percebi que estes espaços eram o ponto de encontro das mais variadas tribos. Foi quando senti que o sonho havia me escolhido e que havia recebido ‘o chamado'”, conta.

O início Em 1994, já de volta ao Brasil, Alexandre – então com 20 e poucos anos – decidiu investir neste novo mercado, criando a primeira headshop nacional. A Ultra420 começou de forma modesta, com produtos importados e um ponto de venda dentro do Mercado Mundo Mix, feira itinerante que projetou nomes importantes da moda nacional. “As primeiras importações de cachimbos, bongs, sedas e trituradores foram feitas na mala, estourando o limite do cartão de crédito”, lembra o empresário.

Com o Mundo Mix, Alexandre viajou para diversas capitais brasileiras apresentando os produtos e estilo de vida propostos pela nova marca. “Não demorou muito para termos fãs em todo o país. Os próprios clientes demandaram pela abertura da primeira loja”, orgulha-se.
Em 1996, ele inaugurou a primeira unidade na Galeria Ouro Fino, em São Paulo. Mais tarde, abriu uma unidade no Rio de Janeiro, que depois se transformou em franquia, assim como a loja de Niterói.  Desafios  Não demorou muito até que as primeiras dificuldades batessem à porta do hempreendedor. A partir de 1997, a desvalorização do real praticamente inviabilizou as importações. “Foi quando decidi buscar fornecedores locais para criar as peças”, diz.

Através de parcerias com mestres vidreiros locais, Alexandre também foi pioneiro ao desenvolver os primeiros bongs, cachimbos e vaporizadores de vidro do Brasil.

Hoje em dia, 59% dos itens à venda na Ultra420 são de fabricação própria. Repressão e preconceito Além das dificuldades comuns a todo pequeno empresário de primeira viagem, Alexandre ainda teve que lidar com problemas específicos do mercado canábico. A começar, é claro, pela repressão. Se hoje em dia – em pleno ano de 2016 – ainda há quem torça o nariz para qualquer tema ligado à cannabis, tente imaginar o conservadorismo do Brasil na década de 1990, pouco tempo após o término da ditadura militar.  Enquanto buscava por sócios para investir na empreitada, ele sentiu na pele o peso do preconceito. “Todos diziam que eu seria preso e riam do projeto.” Sem falar da discriminação por parte dos fornecedores e – pasme! – dos próprios clientes. “Muitas fábricas não aceitavam nossos desenvolvimentos quando descobriam a finalidade, havia um preconceito muito grande até mesmo dos usuários, que tinham vergonha ou receio de serem vistos entrando na loja. Era um negócio que vivia á margem da legalidade.” Alexandre não chegou a ser preso, mas foi vítima de repressão por pelo menos sete vezes. “A polícia ia até a loja com uma equipe completa, com delegado, escrivão e investigadores. Numa destas batidas, eles davam socos nas paredes em busca de fundo falso”, rememora.  Por orientação do advogado, durante os primeiros anos ele carregava um habeas corpus preventivo no bolso.

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Ativismo  Formado em Administração de Empresas, Alexandre acredita que ativismo e negócios estão intimamente ligados.

“A partir do momento em que eu invisto meu tempo, trabalho e dinheiro para criar um nicho inexistente e ir contra tudo e todos – de uma forma totalmente legal, gerando impostos e empregos – eu também ajudo a mudar hábitos e fomentar a luta pela legalização no Brasil.”

Atento aos detalhes, o empresário cumpriu todos os trâmites legais e fiscais antes de inaugurar a primeira loja, incluindo a contratação de um advogado criminalista para assessorar na questão da legalidade dos produtos.

Foco na inovação Adepto da escalada de vulcões, Alexandre também lança mão de seu espírito aventureiro e arrojado na hora de gerir a empresa. “Sempre fui apaixonado pelo desenvolvimento de novos produtos, penso sempre na inovação que trarão ao mercado e no bem-estar que proporcionará aos consumidores”, ressalta. O reflexo disso pode ser visto no variado mix de produtos de marca própria. Entre bongs e incensos, passando por vaporizadores, trituradores, cachimbos e até cerveja, é possível identificar em cada item o DNA criativo e pioneiro da empresa. Expansão Com exatos 22 anos de experiência no mercado de head shops, Alexandre pretende seguir expandindo através do franchising. “Nossa expectativa é inaugurar pelo menos 100 franquias, entre lojas e quiosques, em todo o país nos próximos cinco anos”, revela. Além dos formatos já disponíveis, o plano de franquias da Ultra420 também prevê o lançamento futuro de microfranquias. “Em breve vamos oferecer um modelo de franquia pocket muito interessante para quem quer investir pouco dinheiro e trabalho, e ganhar muito”, conta Alexandre.

Fonte: Marijuana Jornalismo - Clique aqui
02/09/2016

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► Venda de produtos para consumo de maconha ‘sai do armário’

Debate sobre legalização das drogas no Judiciário completa um ano

No mês que vem se completará um ano que o Judiciário brasileiro entrou na discussão sobre a descriminalização do uso das drogas. Foi em agosto do ano passado que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) iniciaram o julgamento da constitucionalidade do artigo 28 da Lei Antidrogas (11.343/2006), que trata das penas para quem for pego portando ou consumindo alguma substância ilícita. O delicado debate, porém, durou menos de um mês. Ao longo desse tempo, dois ministros votaram a favor da legalização do consumo e porte da maconha especificamente: Edson Fachin e Luís Roberto Barroso. O ministro Gilmar Mendes foi além e votou a favor da descriminalização do uso de "todas as drogas". Pela ordem, o próximo a votar seria o ministro Teori Zavaschi, mas ele pediu mais tempo para analisar o processo e nunca mais voltou a falar no assunto.

Ao mesmo tempo em que o debate sobre a legalização do consumo da maconha não avança no Supremo, o uso da cannabis sai do armário nas ruas das regiões ricas das cidades e, nessa onda, cresce no Brasil o mercado das chamadas head shops. Assim como o estabelecimento de Zé Gabriel, são lojas que vendem sedas, dechavadores (peças cilíndricas feitas de duas partes iguais, com dentes no meio, para triturar o fumo), cachimbos, piteiras e outros artefatos “para você fumar tabaco ou o que você quiser”, como explica Verena Isaack, sócia, juntamente com Alexandre Perroud, da Ultra 420, “a primeira head shop que surgiu no Brasil”, segundo Perroud. Quando a dupla inaugurou a loja, em 1994, a legislação brasileira era diferente. Naquela época, tanto o usuário quanto o traficante eram punidos com detenção se fossem pegos portando alguma substância ilícita. A lei mais rigorosa fazia com que pouca gente se assumisse como consumidor de maconha. “Naquela época, ser chamado de maconheiro era um insulto", conta Perroud. Ele afirma que, por isso, os clientes tinham vergonha de entrar na loja, que era "até meio escondida". "Meus amigos diziam que eu seria preso”. Isso não aconteceu, mas o empresário contabiliza sete batidas policiais em seu estabelecimento no início. "Eu andava com um habeas corpus no bolso já", diz. Como nenhuma droga era encontrada, a polícia ia embora de mãos vazias e a loja seguia aberta. Foi somente em 2006, com a aprovação da Lei Antidrogas, que as penas mudaram. Desde então, quem for pego com certa quantidade de droga que caracterize como usuário, e não traficante, cumpre medidas educativas. É justamente o artigo 28, que trata da punição, que estava em debate no Supremo. Com as mudanças na legislação, o comportamento do consumidor das head shops também mudou. Hoje, a loja de Perroud, instalada desde o início na Galeria Ouro Fino, um mini-shopping no coração dos Jardins – bairro onde também estão instaladas lojas de grifes — tem uma fachada laranja, chamativa. Não fica mais escondida. O chão e as paredes brancas em conjunto com uma forte iluminação, deixam o lado de dentro da loja claro, e nada se parece com o que era no início. “Eu não quero me esconder mais”, diz o proprietário.

O crescimento das head shops no Brasil tem duas razões principais: o fato de o brasileiro querer se livrar da indústria do cigarro e comprar o próprio tabaco; e a tendência de se assumir como consumidor de maconha

Perroud não só parou de se esconder, como está colhendo os frutos da coragem de ter aberto um negócio desses há mais de 20 anos. Hoje, a Ultra 420 tem três lojas físicas que, junto com as vendas online, contabilizam em torno de 150.000 reais de faturamento ao mês. Mais da metade dos produtos vendidos são de fabricação da própria marca, que agora está partindo para um projeto de expansão de franquias. "Nosso plano é abrir 100 franquias em cinco anos", diz Perroud.        

 

Fonte: El Pais - Clique aqui
26/06/2016      

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É impossível traçar as origens da cultura canábica no Brasil sem falar da Ultra420, a primeira headshop do país. Fundada em 1994, a marca é uma espécie de Planet Hemp do mercado canábico brasileiro: pioneira, inovadora e polêmica. Através do investimento constante em produtos inovadores, a empresa lançou tendências e reforçou a luta pela legalização da cannabis.

O pioneirismo da Ultra420 começa no próprio nome. Boa parte da popularização da expressão “420” no Brasil deve-se à marca, que ousou associar-se à maconha na caretíssima década de 1990, não muito tempo depois do fim da ditadura militar. Com uma unidade na capital paulista e duas no Rio de Janeiro (sendo uma em Niteroi) – além daloja online – a Ultra420 segue fazendo história e trazendo aos brasileiros o que há de melhor em artigos de headshop.

“Tivemos a coragem de investir num segmento de mercado que representava um tabu ainda maior na época”, conta Alexandre Perroud, fundador da empresa.

Píoneirismo 

Foi após viagens à Califórnia e Holanda que o paulistano Alexandre Perroud teve contato com as primeiras headshops. “Percebi que estes espaços eram o ponto de encontro das mais variadas tribos. Foi quando senti que o sonho havia me escolhido e que havia recebido ‘o chamado'”, relembra. Mais do que fazer história no varejo brasileiro, Perroud também foi um dos pioneiros da militância canábica no Brasil. “Afinal, ativismo também se faz através do mundo dos negócios.” De volta ao Brasil, em 1994, o empresário – então com 20 e poucos anos – deu início à Ultra420, inicialmente com produtos importados e um ponto de venda dentro do Mercado Mundo Mix. “Não demorou muito para termos fãs em diversas capitais. Os próprios clientes demandaram pela abertura da primeira loja”, afirma. A primeira loja própria – onde estão instalados até hoje – foi inaugurada em 1996, na Galeria Ouro Fino, em São Paulo.

Repressão

Se até hoje qualquer assunto ligado à maconha ainda é polêmico na sociedade brasileira, tente imaginar o nível de conservadorismo da década de 1990! Enquanto buscava por sócios para investir na sua recém-criada marca, o fundador sentiu na pele o peso do preconceito. “Todos diziam que eu seria preso e riam do projeto.” Administrador de empresas por formação, Perroud cumpriu todos os trâmites legais e fiscais antes de inaugurar a loja, incluindo a contratação de um advogado criminalista para assessorar na questão da legalidade dos produtos. Embora os desafios iniciais tenham sido superados, a repressão bateu literalmente à porta da Ultra420.

Por sete vezes, a polícia visitou a loja com uma equipe completa, incluindo delegado, escrivão e investigadores.

“Os próprios policiais que faziam as batidas não sabiam se era ou não proibida a venda de parafernália. Numa destas batidas, eles davam socos nas paredes em busca de fundo falso”, rememora o empresário. Com receio de que a polícia pudesse detê-lo por engano numa dessas ocasiões, Perroud chegou a andar com um Habeas Corpus preventivo na carteira.

Referência no mercado

Tentativas de repressão à parte, a Ultra420 cresceu e se consolidou como a principal marca do gênero no Brasil. Atualmente, a empresa possui uma extensa linha de produtos que inclui diversos itens produzidos no Brasil.

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Pioneiros na fabricação de bongscachimbos e vaporizadores de vidro no país, a empresa segue investindo em itens de marca própria, que vão de incensos a cerveja.

Após a consolidação das duas unidades franqueadas no Rio de Janeiro, a empresa dá sequência à expansão da marca. A partir de agora, é possível abrir uma loja da rede em qualquer lugar do país, com a vantagem única de adquirir o know-how e a força da marca pioneira das headshops no Brasil, além de receber treinamento, software de gestão, auxílio na escolha do ponto de venda e todo suporte necessário para o sucesso do empreendimento.

Fonte: Maryjuana Jornalismo - Clique aqui
26/06/2016 

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Que tal ser dono de uma headshop Ultra420? Este sonho pode ser bem possível! Veja como!

Abrir o próprio negócio é sonho para muita gente, ainda mais quando o desejo é a coexistência de trabalho e estilo de vida. Pois esta é exatamente a proposta da Ultra420, a primeira e genuinamente brasileira headshop do país.

Headshops são lojas especializadas em equipamentos como bongs, sedas, pipes, trituradores, piteiras, ou seja, um verdadeiro paraíso para os amantes da cultura canábica. A ideia é justamente unir esse amor à cultura com o empreendedorismo.


(Fachada da Ultra 420)

COMEÇAR... MAS NÃO DO ZERO 


Um dos maiores desafios de se começar um negócio é estrutura-lo. É preciso conhecer o mercado, seu público, e não só saber se comunicar com ele, mas também ter ferramentas ideais para isso. É aí que o sistema de franquia entra.

Na ativa desde 1994, a Ultra420 nasceu através do espírito empreendedor de Alexandre Perroud, que viu num nicho inexplorado um mercado em potencial. Hoje num setor em constante crescimento, a Ultra420 desbravou o mercado buscando seu espaço e solidez, passando por todos os processos evolutivos. Concepção, abertura de loja física, importação de produtos, fabricação própria, abertura de loja virtual, filiais, e agora chega forte com um plano de expansão por meio de franquias.
Com uma franquia Ultra420, você "herda" toda essa relevância de mais de duas décadas de atuação, além de receber treinamento, software de gestão, orientação na escolha do ponto de venda, atualização com lançamentos e novidades do setor, enfim, todo o suporte necessário para o sucesso do franqueado. NEGÓCIO LUCRATIVO De acordo com a Ultra420, o faturamento de uma franquia pode chegar a R$ 60 mil por mês, dependendo do tamanho da loja e região em que atua. O investimento inicial é de R$ 141 mil para uma loja de 20m², e um payback (retorno do investimento) estimado de 29 meses.  SEJA UM FRANQUEADO Segundo a empresa, o perfil do franqueado pede garra, dedicação ao negócio, lidar bem com as pessoas, o famoso espírito empreendedor e claro, ter afinidade com o segmento. 


Se você se enquadra nos requisitos, sua independência financeira através de uma loja Ultra420 pode estar mais perto de você do que imagina.

Fonte: Surf o Reggae - Clique aqui 
20/07/2016

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Já pensou em ser dono da sua própria headshop? Transforme o sonho em realidade

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Nos próximos meses, a Ultra420 será nossa parceira especial sobre o mercado das HeadShops no Brasil. Em uma série especial, vamos abordar todos os caminhos percorridos por Alexandre Perroud, compartilhando com vocês os 22 anos de muita experiência e claro, tudo por trás da história da primeira headShop no país que inspira muitos pot heads até hoje. E para começar, o que acha de descobrir como ser dono de sua própria loja?

Pode confessar… vai dizer que nunca pensou em ser dono de sua própria headshop? O sonho de quase todo maconheiro é estar cercado de bongs, pipes, sedas, blunts e outros equipamentos canábicos e ainda ganhar a vida com tudo isso. Para a nossa alegria, chegou a hora de transformar sonho em realidade: a Ultra420, a primeira headshop verdadeiramente brasileira, passou a se expandir através de franquias, te dando a possibilidade de ter seu próprio negócio e investir neste mercado em ascensão. A marca, criada em 1994 por Alexandre Perroud, ficou conhecida entre os usuários por ser a primeira a desembarcar no Brasil com produtos que até então só eram conhecidos apenas por quem tinha aquele amigo mais viajado que vez ou outra vinha para cá com sedas e bongs importados.

Hoje, a Ultra420 já conta com uma loja online (www.ultra420.com.br), sua clássica loja em SP (Galeria Ouro Fino, no Jardins) e duas franquias cariocas, uma localizada no Arpoador (Galeria River), e outra em Niterói (no Center V em Icaraí), – marcando um novo modelo de negócios que a Ultra aposta para conquistar ainda mais o Brasil. Segundo a Ultra420, o investimento inicial para o franqueado é de R$ 141 mil para uma loja de 20m2 com um payback estimado de 29 meses. E se você fica em dúvida se há mercado para as headshops, o faturamento pode chegar a R$ 60 mil por mês, dependendo da região de atuação e tamanho da loja. Além disso, a marca oferece treinamento, orientação na escolha do ponto de venda, software de gestão, consultoria, manuais, indicação de projeto arquitetônico e atualização com lançamentos e novidades do setor como formas de suporte ao franqueado.

Investir na Ultra420 é muito mais que simplesmente colocar seu dinheiro em um novo negócio, é investir em um estilo de vida. Além de ser pioneira no mercado, a marca possui grandes diferenciais como know-how a longo prazo, fabricação própria de produtos, rádio, TV e mídia própria, layout das lojas à frente dos concorrentes, exclusividade no app “Who is Happy”, além de já estar na boca de muito maconheiro por aí. Ficou interessado em ter uma Ultra420 para chamar de sua? Neste link (http://franquia.ultra420.com.br/) você encontra tudo o que precisa saber para ser um franqueado, além de poder entrar em contato com a equipe de expansão e suporte aos franqueados.

Nos próximos artigos você confere por aqui muito mais sobre a Ultra420: a história da primeira headshop brasileira; do mascote Iko, o gorila da marca; os perrengues que Alexandre passou quando abriu a primeira loja e MUITO mais. Fique ligado e acompanhe tudo da parceria do Smoke Buddies com a Ultra420.

Fonte: Smoke Buddies - Clique aqui
14/07/2016

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FRANQUIAS DE TABACARIAS GANHAM ESPAÇO EM TEMPOS DE GERAÇÃO SAÚDE

Mesmo com ampliação da adesão aos movimentos contrários e Lei Antifumo, novos – e surpreendentes – negócios têm surgido e se tornado franqueadores
Um “pouco” além da elegância

Enquanto o segmento de franquias de saúde foi o terceiro a crescer de 2014 para 2015, franquias de tabacarias se arriscam no mercado. Ao mesmo tempo que as pessoas intensificaram preocupação com a saúde e a “geração fit” tomou conta das redes sociais, negócios de tabacarias iniciaram expansão.  Outra marca que resolveu investir na expansão por meio das franquias foi a Ultra 420, voltada para o mundo dos consumidores da maconha. “Somos uma tabacaria contemporânea, uma headshop”, conta o paulista Alexandre Perroud, um dos sócios da loja. A ideia surgiu em 1994 e logo nos primeiros anos foi se formatando para o mercado brasileiro, encontrando fornecedores locais e até abrindo sua própria fábrica para garantir melhores preços. Perroud decidiu investir na expansão por franquia em 2015 e, atualmente, conta com uma loja franqueada. O investimento inicial para uma franquia da Ultra 420 é de R$ 141 mil. Segundo a empresa, o retorno é previsto para ocorrer em até 29 meses. Se há dúvidas sobre se há ou não mercado: o faturamento pode chegar a R$ 60 mil por mês.




Alexandre Perroud – já foi mencionado pela conceituada revista Forbes – conta que, no começo, a loja era vista com maus olhos. Para combater isso, apostaram em produtos variados para todo tipo de fumo, como bongs, narguiles, papel de seda, cachimbos, piteiras, entre outros itens. Também investiram em um estilo mais clean, fugindo do underground, dissolvendo um pouco o preconceito. O trabalho deu tão certo que a rede tem mídia interna (TV, Web Rádio e Revista) e é a única marca a estar no aplicativo “Who Is Happy”, um tipo de marcação de quem está fumando, ou, como dizem alguns, um Foursquare da maconha


Mesmo sendo de nichos diferentes dentro do mercado de tabacarias, ambas as marcas poderiam ter passado por tempos difíceis motivados por restrições impostas pela legislação: a Candice Cigar & Co, com a lei federal de 2014, que proíbe fumar em lugares fechados em todo o país, e a Ultra 420, com a criminalização da maconha. Entretanto, segundo os executivos, nada disso afetou o consumo. Candice conta que a lei de 2014 foi o incentivo que precisava para agregar outros produtos às lojas, enquanto Perroud afirma que mesmo com leis contrárias, a tendência é que nada mude. “Todo mundo que fuma não vai parar de fumar”, antevê.


Candice e Perroud não são os únicos no ramo das tabacarias e acreditam no crescimento do segmento. Ele lembra que, em seu caso, quem procura abrir esse tipo de loja, como é a Ultra 420, é quem está inserido no movimento e gosta de estar envolvido. “É uma coisa muito maior do que a gente imagina. Além disso, o mercado é novo e gostam de investir em novidades. Agora é a nossa vez”, crava o diretor.

Fonte: Portal Franquias - Clique aqui
Data: 19/05/2016

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Conheça Alexandre Perroud, o empreendedor que fatura com o fumo.

Em 1994, durante uma viagem à Holanda, o paulistano Alexandre Perroud percebeu um nicho ainda inexplorado no Brasil: o universo das headshops, lojas especializadas em produtos voltados aos adeptos do fumo. “Fiquei maravilhado. As lojas eram coloridas, modernas e tinham parafernálias para todo tipo de fumo”, recorda. De volta ao Brasil, deu os primeiros passos para a criação do que chama de tabacaria contemporânea. A ideia foi lançada no Mercado Mundo Mix, feira underground itinerante que projetou nomes importantes da moda como Alexandre Herchcovitch e Marcelo Sommer. “As primeiras importações de cachimbos, bongs, papéis, trituradores e máquinas para enrolar fumo foram feitas na mala, estourando o cartão de crédito”, lembra.

Na esteira do Mundo Mix, viajava cada semana para uma capital, passando por São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre, e fazia novos clientes. Passados três anos e após pedidos, ele inaugurou sua primeira loja, a Ultra 420, dentro da Galeria Ouro Fino, na Rua Augusta (SP). Em 1997, surgiu seu primeiro grande desafio. “Com a valorização do real, um cachimbo importado que custava R$ 30 passou a R$ 100. Foi quando decidi buscar artistas locais para criar as peças. Um mestre vidreiro italiano radicado no Brasil e outro mestre peruano abraçaram a ideia e são meus fornecedores até hoje.’”

Posteriormente, abriu uma loja virtual (www.ultra420.com.br), onde são comercializados 600 produtos entre fumos, cinzeiros e cachimbos, e uma unidade no Rio de Janeiro (no Arpoador). Atualmente, 50% dos itens à venda são importados e a outra metade é produzida no Brasil – desses, 60% de marca própria. Boa parte dos clientes tem entre 18 e 30 anos, mas há compradores mais velhos também, na faixa dos 70 anos. “Tem aumentado o número de pessoas que fazem o próprio cigarro”, conta. Hoje, 20 anos após iniciada sua empreitada, Perroud prepara-se para formatar a primeira rede de franquias do ramo. O projeto, que será iniciado em 2015, é ambicioso: visa alcançar o número de 100 lojas da Ultra 420 no país. Por uma unidade de cerca de 30 metros quadrados, o franqueado terá que desembolsar por volta de R$ 100 mil. Para ter uma ideia da receita, a primeira loja da marca, em funcionamento na Rua Augusta, fatura R$ 60 mil por mês, chegando a R$ 100 mil em dezembro.

A unidade do Rio de Janeiro fatura menos – por volta de R$ 40 mil/mês. Segundo Perroud, o crescimento anual das lojas é de cerca de 15%. “Esse mercado não é estagnado”, observa. A ideia é ter de oito a 10 unidades em operação neste formato em 2015 em São Paulo e no Rio de Janeiro. O desembarque em outros estados ocorrerá em 2016. Antes disso, até dezembro, a Ultra 420 abre uma loja própria em Niterói (RJ) e planeja, para 2015, a estreia de quiosques em shoppings e a inauguração de mais uma loja de rua na capital paulista – provavelmente em Moema ou Higienópolis. Para abastecer o varejo, Perroud também atua como fabricante e distribuidor de cachimbos de metal e de vidro, papéis para cigarro e bongs purificadores (narguile moderno). As lojas também vendem trituradores, incensos com aromas exclusivos e aromatizantes de ambientes com tecnologia desenvolvida para eliminar cheiro do fumo (aprovada pela Anvisa, garante o empresário).

Fonte: Revista Forbes - Clique aqui
29/10/2014

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Empresários investem em profissionais mais velhos: "idade não é empecilho"

Executivos garantem que mesclar profissionais de diferentes faixas etárias é positivo para funcionários e empresa

No final de 2014, o empresário Alexandre Perroud, dono da Ultra420, resolveu modificar e profissionalizar a gestão da empresa. A principal mudança foi a contratação de profissionais mais experientes em cargos estratégicos da companhia. Ainda que venda produtos para um público jovem, de 18 a 35 anos, Perroud investiu na contratação de dois funcionários mais experientes, de 44 e 58 anos.  "A empresa sempre foi de pessoas jovens e sentia falta de mesclar. Não quero fazer só uma empresa de jovens, mas mesclar com profissionais experientes para dar uma nova dinâmica. Idade não é empecilho. Vejo que os jovens vão para o mercado de trabalho sem experiência e com nível profissional baixo, enquanto os maduro são articulados e têm potencial de liderança", explica Perroud.  O empresário conta que a recepção pelos funcionários mais novos foi tranquila. "A princípio, os mais novos ficaram apreensivos porque eles brincam muito um com o outro e, de repente, viram uma pessoa que tem idade para ser pai deles ali no meio. Mas isso rapidamente deixou de existir porque todos têm espírito jovem." Ele também deixou claro aos funcionários que a chegada de profissionais mais experientes não era uma ameaça. "Eles ficaram receosos com a mudança e a profissionalização da empresa.

Mas foi apenas em cargos estratégicos." Marco Antonio Cinquetti, de 58 anos, que assumiu como responsável pela distribuição de produtos da marca, conta que, no relacionamento com os novos colegas, a primeira coisa que fez foi abolir o "seu Marco". "Sempre trabalhei com a garotada. Trabalho é trabalho. O que importa é trabalhar em equipe para atingir metas e objetivos", afirma. Já Alberto Yoshida, de 44 anos, foi contratado para assumir a área de logística da marca. "“Encarar este desafio está sendo uma experiência estimulante. É uma prova de que a vida pode sempre nos surpreender”, afirma. "Ser contratado foi uma ótima surpresa" Entre consultorias empresariais e a venda de imóveis de amigos, Cinquetti afirma que nunca deixou de procurar uma recolocação no mercado. No entanto, mesmo com a graduação em administração, a pós-graduação em marketing e passagens por grandes empresas e multinacionais, já estava acostumado a perder oportunidades por conta da idade. "Eu sempre era chamado para entrevistas por causa do meu currículo, mas sentia o desconforto em relação a idade. No fim, sempre me dispensavam com uma desculpa qualquer", conta. Além disso, o salário parecia ser um problema para as empresas. "A pessoa me via e já dizia que não podia pagar o meu salário. Eu perguntava: 'mas você ouviu minha proposta?'. O que vale são as oportunidades de plano de carreira", diz. Por isso, Cinquentti não tinha muitas esperanças quando foi fazer a entrevista na Ultra 420. "Pensei que seria como as outras, que falariam a mesma coisa. Foi uma ótima surpresa ter sido contratado. Senti que a vida continua mesmo."

Por Bárbara Libório


Fonte: IG - Clique aqui 

01/03/2015

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► No talk "Pioneirismo e superação"  

Já se perguntou como surgiram as Head Shops no Brasil? Então não deixe de participar da palestra com Alexandre Perroud, criador da Ultra 420, a primeira Head Shop do país. No talk "Pioneirismo e superação", Alê vai contar a história de sucesso da fundação da Ultra 420 fazendo um paralelo entre os desafios dos esportes de aventura - uma grande paixão - e o cotidiano empresarial, que compartilham de valores comuns como pioneirismo, coragem, ousadia, gerenciamento de riscos, perseverança e superação.

Fonte: Ganja Talks - Clique aqui

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Tabacaria foca em produtos alternativos para crescer.
   Criada há 18 anos, a Ultra 420 foi pioneira do conceito. Catálogo oferecido aprimora a experiência do consumo de fumo.


As grandes cidades, décadas atrás, tinham muitas tabacarias. Era nesses estabelecimentos que o cliente encontrava cigarros, charutos e fumo para cachimbos. Atualmente, pela diminuição do consumo do tabaco, não é tão fácil encontrar esse tipo de local. No entanto, há um tipo de tabacaria que está em expansão: as tabacarias "contemporâneas", ou headshops. Em vez de focar na venda de substâncias, elas são especializadas em produtos que aprimoram a experiência do consumo. Uma delas é a Ultra 420. Criada em 1996, a loja é pioneira no mercado de headshops. Atualmente, a Ultra tem duas unidades – em São Paulo e no Rio –, está abrindo a terceira, em Niterói (RJ) e já começa a traçar uma expansão maior por meio do sistema de franquias. A Ultra 420 foi fundada pelo paulistano Alexandre Perroud, 45 anos.

O empreendedor foi criado em um ambiente bastante diferente da administração de uma tabacaria. A família de Perroud comanda, há algumas décadas, uma metalúrgica, e ele foi guiado desde cedo para assumir os negócios. Só que nos anos 1990, viagens aos Estados Unidos e à Amsterdã, na Holanda, mudaram seu destino. "Conheci o mercado de produtos para fumo e percebi que estava diante de uma boa oportunidade de negócio no Brasil", afirma. Em 1994, começou a importar artigos dos EUA e a expor as novidades no Mercado Mundo Mix, feira itinerante que projetou nomes de destaque da moda nacional, como Alexandre Herchcovitch e Marcelo Sommer. Em 1996, a demanda pelos produtos fez Perroud abrir uma loja física. A primeira unidade da Ultra 420 fica localizada na Galeria Ouro Fino, na Rua Augusta (SP). O local passou, nos últimos tempos, por um período de revitalização – e a Ultra também é responsável por esse processo. "A Galeria Ouro Fino não estava muito bem conservada, mas começou a atrair nomes importantes do underground brasileiro", afirma Perroud.

Até o fim da década de 1990, os produtos da tabacaria eram, em sua maioria, importados. Naquela época, no entanto, o Brasil passou por uma crise monetária que prejudicou bastante a Ultra. "Com a desvalorização do Real, o custo de importação dos produtos, literalmente, triplicou", diz. Por causa do fim do câmbio fixo, Perroud teve que fabricar os produtos por aqui. O problema é que ninguém sabia fabricar o mix de produtos que o empreendedor vendia. Por isso, os artistas foram aprendendo a produzir os artefatos. "Eu costumo dizer que não fui pioneiro. Eu criei esse segmento", diz o empreendedor. Em 2007, foi aberta a segunda unidade da Ultra 420, no Rio de Janeiro. Mais ou menos na mesma época, Perroud apostou na criação da Ultraeco, empresa especializada em papéis para enrolar fumo. A princípio, a Ultraeco chegou a ter 75 funcionários, mas hoje a produção é terceirizada.

Nas unidades da Ultra 420, é possível encontrar cachimbos, trituradores de fumo, papéis para enrolar, canecas, camisetas, tabaco orgânico e acessórios em geral. Um produto inusitado é o "narguile eletrônico", um dispositivo que solta uma fumaça aromatizada e pode ser usado por quem quer parar de fumar. Além dos desafios macroeconômicos, Perroud sofreu com a desinformação de algumas pessoas. "Recebíamos pais revoltados ao encontrar nossos produtos com drogas, bem como policiais em busca de substâncias ilícitas, mas esse tipo de episódio foi ficando mais raro com o passar dos anos", afirma. Nos próximos meses, será inaugurada a unidade de Niterói. Para o futuro, a empresa planeja uma expansão maior, mas sem recursos próprios "Estamos estruturando a Ultra para entrar no sistema de franquias", diz.

Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios -  Clique aqui
30/06/2014

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Ultra420 lança nova identidade visual

Ultra420 lança nova identidade visual, com logomarca reestilizada e novidades na loja, preparando a empresa para o lançamento da franquia do negócio
Com o novo projeto, a marca espera aumentar em 30% suas vendas. A Ultra420, tabacaria contemporânea (headshop) com lojas em São Paulo e Rio de Janeiro, está lançando sua nova identidade visual, por conta do processo de expansão da empresa, que tem o objetivo de abrir filiais por todo o Brasil em esquema de franquia. Alexandre Perroud, proprietário da Ultra420, conta que após vários estudos, elegeu os tons de laranja e verde para serem as cores oficiais da headshop. “O laranja é quente, vibrante, amigável e convidativo, dá um aspecto alegre e sociável para a marca”, diz Alexandre. “Já o verde remete à natureza e, por consequência, também ao fumo”, finaliza. 

No quesito ambientação, o espaço interno da loja ficou mais iluminado, com clima despojado e convidativo. E o local foi todo mobiliado com móveis brancos que levam detalhes em laranja. “Esperamos, com estas mudanças, um aumento de 30% nas vendas”, diz Alexandre. Para completar, a Ultra420 está lançando, ainda, uma linha de produtos exclusivos com a nova identidade, que conta com camisetas, chinelos, cachimbos, bongs e muito mais. 

Os itens podem ser adquiridos na loja virtual da tabacaria (www.ultra420.com.br), com venda e entrega em todo território nacional, ou então nas lojas Ultra420 em São Paulo, Rio de Janeiro e Niterói. 


Ultra420 – em São Paulo: na Galeria Ouro Fino (Rua Augusta, 2690 - Loja 214 - Bairro Cerqueira Cesar - São Paulo – SP), no Rio de Janeiro, na Galeria River (Rua Francisco Otaviano, 67 - Loja 48 - Arpoador – Rio de Janeiro – RJ) e em Niterói  na Galeria Center V), na Rua Lopes Trovão, 134 - Loja 252 - Bairro Icaraí - Niterói – RJ).

Loja virtual: www.ultra420.com.br (vende e entrega em todo o Brasil).  Sobre a Ultra420: é a primeira headshop do Brasil, loja especializada em produtos voltados para os adeptos do fumo. Quando surgiu em 1994, em São Paulo (SP), a Ultra420 inaugurou um nicho de mercado totalmente inovador, oferecendo não só produtos voltados para adeptos do fumo, mas todo um estilo de vida. Fumos, cachimbos, isqueiros, bongs e sedas são apenas o começo. No mix de produtos, é possível encontrar também tudo que se relaciona com esta cultura, como revistas, peças de vestuário e objetos decorativos. Os produtos são encontrados nas lojas de São Paulo, Rio de Janeiro e Niterói. Ou então, na loja virtual.

Fonte: 
http://www.spotlife.com.br/

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App brasileiro agora mostra locais para comprar maconha nos EUA


App permite mostrar qual forma do consumo de maconha e sentimentos relacionados á erva

Em sua nova versão, o aplicativo Who Is Happy - pelo qual os usuários avisam, anonimamente, se estão fumando maconha nas redondezas - indica informações básicas como telefone, e-mail e localização dos "coffee shops" de Amsterdã e dos revendedores nos Estados Unidos. O app, apesar de ter sido criado por um brasileiro, faz parte de uma nova onda de negócios de tecnologia relacionados á maconha, principalmente no Vale do Silício. Com o afrouxamento das leis sobre a droga nos Estados Unidos, empreendedores e investidores estão criando novas empresas para aproveitar o que veem como uma nova oportunidade de lucros. É o caso de João Paulo Costa, que depois de lançar, em janeiro, o Who Is Happy no Brasil, partiu para o Vale do Silício em busca de investidores para buscar uma forma de gerar receita com aplicativo, que hoje esta disponível em 140 países e conta comc erca de 80 mil usuários.

O primeiro passo para a monetização do app foi dado com o mapeamento dessas lojas que comercializam a erva no exterior, principalmente nos EUA. Nos lugares onde o consumo recreativo é legalizado, o usuário poderã acessar dados básicos sobre dispensários e sobre médicos especializados em maconha. A ideia para o futuro é fechar parcerias com dispensários, que poderão postar fotos e os tipos de maconha vendidos. Para Costa, isso seria interessante para os estabelecimentos, já que, pela legislação dos EUA, eles não podem fazer propaganda. O formato já esta sendo testado no Brasil por meio de uma parceria com a franquia Ultra420, que vende artigos relacionados ao consumo de cannabis, como vaporizadores, sedas e cinzeiros. Foram feitos perfis geolocalizados para as três lojas da rede - duas no Rio de Janeiro e uma em São Paulo. Costa imagina ainda outras possibilidades de monetrizar o aplicativo no futuro. Uma delas, por exemplo, seria fechar parcerias com serviços de delivery de comida. "É um público que tem fome, então imagina poder pedir uma pizza por meio do app", diz. Na Califórnia, start-ups já fazem quase isso por meio de serviços que fazem entregas domiciliares de maconha.

Fonte: Folha de São Paulo - Clique aqui
17/11/2015

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Conversativa com a Ultra 420 – A História do Gorila

conversativa de hoje vai trocar ideia com alguém que vislumbrou o mercado do 420 muito antes de vocês saberem o que isso significava. Mandamos sete perguntas pro Alexandre, o inventor da Ultra 420, uma loja que está na pista a quase vinte anos! Tem que respeitar, não?! Parte da cultura canábica do nosso país, veja só:

1) A Ultra420 é uma pioneira no mercado Online, não é isso? Desde quando atuante? Como foi no começo, qual era o panorama e que pontos marcaram essa história? Isso mesmo, a Ultra 420 foi a pioneira das headshops físicas e virtuais, criamos um mercado que não existia até então no Brasil, tudo foi criado do zero, sabíamos que como nós, diversos "pot heads " em todo o Brasil ansiavam por produtos de qualidade e ninguém mais aguentava fumar em sedas de papel de padaria, embrulho de pão e afins... Quem é da minha geração (nascido em 1968) sabe bem do que estou falando, hoje em dia ficou muito fácil as pessoas encontrarem diversos produtos em banca de jornal e padaria, mas a 20 anos atrás o cenário era completamente diferente, foi preciso assumirmos perante a família e a sociedade nossa posição, muitos amigos diziam que seríamos presos e que eramos loucos. Começamos a expôr nossos exclusivos produtos no ano de 1994 no Mercado Mundo Mix, viajando para diversas capitais do Brasil, tais como, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre.  No ano de 1996 inauguramos nossa primeira loja na lendária Rua Augusta. Nesta época havia um preconceito grande relacionado a venda de bongs, pipes, trituradores e papéis, muitos clientes não entravam em nossa loja por receio de serem vistos comprando nossos produtos para uso recreativo e meditativo, muitas vezes, relacionei o meu negócio com o das Sex Shops. Recebemos na época, incontáveis visitas de policiais dando a famosa "geral" na loja e nos vendedores, como tudo era novidade, eles não sabiam como agir e muitos acabavam comprando. No Brasil não há lei que proíba a venda de parafernália. Inauguramos nossa segunda loja no ano de 2007 no Rio de Janeiro, entre as praias de Copacabana e Ipanema. Hoje fabricamos e distribuímos centenas de produtos com nossa assinatura, são papéis de cigarro branco e transparente, trituradores, bongs, pipes de diversos materiais e atualmente 2 modelos de Vaporizadores, tudo 100% Nacional e com qualidade superior. Agora estamos nos estruturando para a venda de franquias, aguardem...

2) Já pensaram que vocês são pioneiros também do uso do 420 no Brasil, não? Na época você imaginava que viria essa "moda 420"? Sim, imaginava, este mercado já era bastante estruturado na Europa, Estados Unidos e Canadá, o modelo estava pronto, precisando apenas de um formador de opinião implantar no Brasil, foi o que fizemos.

3) Algumas pessoas talvez não entendam a ligação/diferença entra a Ultra 420 e a UltraEco, quer falar sobre isso? A Ultra 420 é o nome fantasia que usamos em nossas lojas físicas e virtual, a Ultraeco é nossa linha de sedas e Silverback a razão social da empresa, para quem não sabe, Silverback é o nome usado para designar o gorila macho alfa, este é nosso logo e que ajudamos a proteger, com frequência adotamos do Fundo Internacional Dian Fossey, gorilas filhotes orfãos, todos podem fazer esta boa ação, basta acessar nosso site www.ultraeco.com.br e encontrará o link no rodapé da página.

4) Essas marcas atuam só no ramo de tabacaria ou também buscam outras formas de se mostrar? Ex. Publicidades, patrocínio esportivos ou artísticos. 
Atuamos em diversas frentes, patrocinando bandas, DJ´S, esportistas, formadores de opinião e grafiteiros.

5) A Ultra tá no mundo todo? Pra que lugar fornecem e onde tem tido melhor aceitação? A Ultraeco é vendida atualmente na Argentina, Portugual, Japão e Inglaterra, com o lançamento do nosso mais novo produto Ultraeco Rolls premium limited edition, as exportações tendem a crescer e consequentemente atuarmos em mais países.

6) Quem inventou o Gorila? Mas mais que isso... quem teve a ideia de fazer o Gorila? Ficou irado! Sempre presente nas Marchas... Desde pequeno, eu e toda minha família sempre nutrimos um respeito e admiração pelos primatas. Cheguei a salvar um sagui das mãos de um vendedor em Copacabana no Rio de Janeiro, porém, assim que cheguei a São Paulo o entreguei ao Zoo de SP para reabilitá-lo e devolvê-lo a floresta. Tenho uma grande paixão pelos gorilas, por sua força e inteligência. Nosso mascote chama-se IKO, fabricamos 5 fantasias do nosso lendário personagem, hoje elas se encontram em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasilia, USA e Portugual, ajudando a promover nossa marca e produtos.

7) Pra fechar, vocês já planejam o que fazer com a loja no dia que o Brasil legalizar de vez? Ahhh, já sonhamos muito com este momento, sei que está cada vez mais perto, graças ao importante trabalho de diversos grupos de ativistas. Abriremos com certeza o Coffee Shop Ultra 420, quem estiver vivo, verá!

Fonte: Hempadão - Clique aqui
08/072014

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► Tabacaria foca em produtos alternativos para crescer - Empreendedorismo

As grandes cidades, décadas atrás, tinham muitas tabacarias. Era nesses estabelecimentos que o cliente encontrava cigarros, charutos e fumo para cachimbos. Atualmente, pela diminuição do consumo do tabaco, não é tão fácil encontrar esse tipo de local.

No entanto, há um tipo de tabacaria que está em expansão: as tabacarias "contemporâneas", ou headshops. Em vez de focar na venda de substâncias, elas são especializadas em produtos que aprimoram a experiência do consumo. Uma delas é a Ultra 420.

Criada em 1996, a loja é pioneira no mercado de headshops. Atualmente, a Ultra tem duas unidades – em São Paulo e no Rio –, está abrindo a terceira, em Niterói (RJ) e já começa a traçar uma expansão maior por meio do sistema de franquias.

A Ultra 420 foi fundada pelo paulistano Alexandre Perroud, 45 anos. O empreendedor foi criado em um ambiente bastante diferente da administração de uma tabacaria. A família de Perroud comanda, há algumas décadas, uma metalúrgica, e ele foi guiado desde cedo para assumir os negócios. Só que nos anos 1990, viagens aos Estados Unidos e à Amsterdã, na Holanda, mudaram seu destino. "Conheci o mercado de produtos para fumo e percebi que estava diante de uma boa oportunidade de negócio no Brasil", afirma. Em 1994, começou a importar artigos dos EUA e a expor as novidades no Mercado Mundo Mix, feira itinerante que projetou nomes de destaque da moda nacional, como Alexandre Herchcovitch e Marcelo Sommer.

Em 1996, a demanda pelos produtos fez Perroud abrir uma loja física. A primeira unidade da Ultra 420 fica localizada na Galeria Ouro Fino, na Rua Augusta (SP). O local passou, nos últimos tempos, por um período de revitalização – e a Ultra também é responsável por esse processo. "A Galeria Ouro Fino não estava muito bem conservada, mas começou a atrair nomes importantes do underground brasileiro", afirma Perroud.

Até o fim da década de 1990, os produtos da tabacaria eram, em sua maioria, importados. Naquela época, no entanto, o Brasil passou por uma crise monetária que prejudicou bastante a Ultra. "Com a desvalorização do Real, o custo de importação dos produtos, literalmente, triplicou", diz. Por causa do fim do câmbio fixo, Perroud teve que fabricar os produtos por aqui. O problema é que ninguém sabia fabricar o mix de produtos que o empreendedor vendia. Por isso, os fornecedores foram aprendendo a produzir os artefatos. "Eu costumo dizer que não fui pioneiro. Eu criei esse segmento", diz o empreendedor.

Em 2007, foi aberta a segunda unidade da Ultra 420, no Rio de Janeiro. Mais ou menos na mesma época, Perroud apostou na criação da Ultraeco, empresa especializada em papéis para enrolar fumo. A princípio, a Ultraeco chegou a ter 75 funcionários, mas hoje a produção é terceirizada.

Nas unidades da Ultra 420, é possível encontrar cachimbos, trituradores de fumo, papéis para enrolar, canecas, camisetas, tabaco orgânico e acessórios em geral. Um produto inusitado é o "narguile eletrônico", um dispositivo que solta uma fumaça aromatizada e pode ser usado por quem quer parar de fumar.

Além dos desafios macroeconômicos, Perroud sofreu com a desinformação de algumas pessoas. "Recebíamos pais revoltados ao encontrar nossos produtos com drogas, bem como policiais em busca de substâncias ilícitas, mas esse tipo de episódio foi ficando mais raro com o passar dos anos", afirma.

Nos próximos meses, será inaugurada a unidade de Niterói. Para o futuro, a empresa planeja uma expansão maior, mas sem recursos próprios "Estamos estruturando a Ultra para entrar no sistema de franquias", diz.

Veja mais no link: http://empresasvalesjc.com.br/empreender/Tabacaria_foca_em_produtos_alternativos_para_crescer-4939#sthash.nFXrYAoY.dpuf

Fonte: Empresas Vale - Clique aqui
01/08/2014

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Fogo na bomba ecologicamente correta

Os fãs de um bom tabaco, maconheiros e integrantes do Greenpeace de plantão podem comemorar sem se preocupar. Graças ao novo lançamento da tabacaria contemporânea Ultra420, bolar o seu… cigarro pode continuar sendo uma atividade prazerosa como sempre, porém menos agressiva ao meio ambiente. A linha de seda UltraEco foi desenvolvida em bopp, que é um derivado de polipropileno oxi-biodegradável que se desintegra no meio ambiente apenas cinco anos após a data de validade. Além de estimular as pessoas a produzirem o seu próprio fumo, de maneira mais natural e agradável que comprar os cigarros prontos, a UltraEco vêm em duas versões diferentes.

A Premium é o papel branco tradicional, tem cinco metros de seda e vem na caixinha preta. Já a caixinha branca tem a seda transparente, seis metros de produto e é toda produzida com celulose asiática, do algodão. Isso faz com que a combustão aconteça de maneira mais lenta e gere menos cinza, tornando o ato de fumar muito mais agradável e prolongado. As caixinhas são pequenas e compactas; ou seja, dá pra você levar pra onde quiser! Cada uma custa, em média, R$ 8. Está esperando o que pra fazer sua cabeça e ajudar a salvar o mundo? Entre no site do Ultra420 e divirta-se!

Fonte - Revista Sexy - Clique aqui
08/092014

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► ULTRA 420 Lança sedas para fumo oxi-biodegradáveis, inéditas no mercado das tabacarias

A seda UltraEco é a única no mundo comercializada em rolos transparentes que vêm em estojo que se desintegra no meio ambiente após cinco anos. O produto foi desenvolvido com recursos de biotecnologia, sendo ecologicamente correto A tabacaria contemporânea Ultra 420 está lançando a UltraEco, linha de sedas para fumos e cigarros em geral, que reúne vários atributos inéditos, que chamam a atenção do consumidor. Para começar, após a utilização da seda, o estojo não polui o meio ambiente. Isso porque a embalagem foi desenvolvida em bopp, derivado do polipropileno oxi-biodegradável, que se desintegra no ambiente após cinco anos da data de fabricação, graças à adição de uma bactéria canadense especialmente criada para este fim. Além disso, o produto vem com exclusivo lacre de segurança, garantindo, na compra, que não foi violado.

O proprietário da tabacaria, Alexandre Perroud, explica que o lançamento das sedas da Ultra 420 vem de encontro a uma tendência mundial, conhecida como Roll-your-own (RYO), que estimula as pessoas a fazerem seus próprios cigarros como forma de se protegerem dos preços abusivos praticados pelas indústrias de tabaco atualmente. "Enrolar o próprio cigarro sai muito mais em conta do que comprar os maços industrializados”, explica o empreendedor. “Além disso, a experiência de produzir os próprios cigarros se torna um momento agradável entre amigos”, finaliza.

Na Ultra 420, as sedas UltraEco estão disponíveis em duas versões: a Premium, com papel branco e cinco metros, vem na caixinha preta. Ela contém uma exclusiva marca d’água em formato de colmeia, patenteada pela marca, que garante cigarros com combustão uniforme e perfeita. Já a versão comercializada na caixinha branca, com seis metros, é transparente e, ao contrário da maioria dos produtos similares disponíveis no mercado, é produzida a partir de celulose asiática, proveniente do algodão. “As sedas transparentes nacionais, de maneira geral, são provenientes da celulose do pinheiro”, explica Alexandre. “Quando utilizamos celulose do algodão, isso reflete na combustão do cigarro, que gera menos cinza e queima um pouco mais devagar, por ter maior planicidade em sua textura quando comparada a de pinheiro”, explica Alexandre. As sedas UltraEco podem ser XSlim, sendo que neste caso têm uma largura mais estreita. Já as de tamanho regular são mais largas.

Para montar cigarros, a Ultra 420 dispõe de vários tipos de fumo, como tabacos orgânicos, tabaco Virginia natural (produzido no Sul do país), além de blends elaborados com calêndula, camomila, jasmim, menta, rosas e sálvia. 

Preço médio das sedas UltraEco: R$ 8

Sobre a Ultra 420: é a primeira tabacaria contemporânea do Brasil, termo criado por seu fundador Alexandre Perroud para o conceito de headshop, que são lojas especializadas em produtos voltados para os adeptos do fumo. Quando surgiu em 1994, em São Paulo (SP), a Ultra 420 inaugurou um nicho de mercado totalmente inovador, oferecendo não só produtos voltados para adeptos do fumo, mas todo um estilo de vida. Fumos, cachimbos, isqueiros, bongs e sedas são apenas o começo. No mix de produtos, é possível encontrar também tudo que se relaciona com esta cultura, como revistas, peças de vestuário e objetos decorativos. Os produtos são encontrados nas lojas de São Paulo, Rio de Janeiro e Niterói. Ou então, na loja virtual. 

Ultra 420 em três endereços, em São Paulo: na Galeria Ouro Fino (Rua Augusta, 2690 - Loja 214 - Bairro Cerqueira Cesar - São Paulo SP), no Rio de Janeiro, na Galeria River (Rua Francisco Otaviano, 67 - Loja 48 - Arpoador Rio de Janeiro RJ) e em Niterói na Galeria Center V), na Rua Lopes Trovão, 134 - Loja 252 - Bairro Icaraí - Niterói RJ). Loja virtual: www.ultra420.com.br (vende e entrega em todo o Brasil).

Fonte: Agregario - Clique aqui  

 

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Conheça a História da Primeira Head Shop do Brasil! Neste ano marcado por intrigantes fatos históricos, Alexandre e Claudia, após conhecerem um novo conceito de tabacaria, resolvem trazer de viagens internacionais a idéia de revolucionar o mercado de tabacaria aqui, no Brasil, apresentando nacionalmente a cultura das Head Shops. Imersos no Underground paulistano, os sócios começam, na companhia de um casal americano, a trazer e expor os produtos no Mercado Mundo Mix, espaço que trouxe ao mercado grandes talentos como Alexandre Hercovich, Marcelo Sommer e outros nomes que despontaram forte no mercado nacional e internacional da moda. Viajando por todo Brasil junto ao mercado Mundo Mix, e apresentando a todos os mais novos cachimbos, bongs e sedas, os clientes passaram a cobrar por uma loja, um espaço e assim a Ultra420 se fixa em 1996 no endereço da também lendária Rua Augusta.

Neste cenário de 16 anos de estrada, aguentaram firme em momentos difíceis da economia brasileira que os fizeram crescer e amadurecer, como foi, por exemplo, em 1997 para 1998, quando toda linha era importada, e com a alta do dólar foram obrigados a correr atrás dos melhores artistas e profissionais, e assim passar a fabricar os produtos em materiais nobres e especiais, o que tornou a qualidade nacional da Ultra420 visivelmente melhor que aqueles importados. Hoje a Ultra 420 garante uma diversidade de produtos que são produzidos orgulhosamente no Brasil, respeitando e valorizando o trabalho artístico de cada profissional que trabalha nesta empresa e sua constante busca por inovações e criatividade neste segmento, competindo de igual para igual com o mercado internacional. Em 2000 a Ultra420 inaugura a primeira head shop virtual brasileira com exclusivos produtos agora disponíveis para todos os cantos do Brasil e do mundo.

No ano de 2004 a empresa traz a maior diversidade de papeis de fumar com ou sem sabor, e apresentou ao país os hoje famosos blunts, apresentando-os e convencendo a todos aqueles revendedores que a principio duvidavam da capacidade de venda do produto. Em 2007 lança internacionalmente no Cannabis Cup de Amsterdan, o Ultraeco Rolls, o primeiro papel celulose em rolo em embalagem de plástico oxi biodegradavel, que se desintegra no perodo de 5 anos. Sucesso no mercado internacional, a Ultra420 passa a pulverizar no exterior seu produto de destaque na época. Neste ano também, a Ultra420 inaugurou sua primeira loja fora de São Paulo, a Ultra420 Rio, entre os famosos bairros de Copacabana e Ipanema na também histórica Galeria River. Hoje a Ultra 420 se estabiliza no mercado e prova que o tempo só amadurece e solidifica o que é realizado com muito trabalho, fé e perseverança no crescimento da empresa e da consciência, fazendo História com muitas histórias para contar. A Ultra420 cresceu com os clientes, com o cenário nacional, com o talento dos artistas exclusivos e com a parceria de todos que participaram juntos para criar o que hoje é esta cultura.  

Fonte: Diario da erva - Clique aqui 

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RAY MATTOS COM ULTRA420 NA XPLASTIC! Um ensaio para ver chapado com Ray Mattos fotografada por Les Chux. Usamos tudo que tínhamos direito para fazer o melhor ensaio de divulgação da nossa parceria com a Ultra420, uma loja pioneira das headshops no Brasil localizada na Galeria Ouro Fino em São Paulo. Foram sedas e mais sedas, bongs e pipes e a Ray só chapando…

Veja fotos do ensaio: http://xplastic.xpg.com.br/ray-mattos-com-ultra420-na-xplastic/


Fonte: Xplastic - Clique aqui

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Ultra420 São Paulo Pioneira no conceito de headshop

Foi em uma viagem à Europa, mais precisamente à Holanda, que o paulistano Alexandre Perroud conheceu as headshops, lojas especializadas em produtos para os adeptos do fumo. Coloridas, modernas e com um mix de produtos variados, elas chamaram a atenção de Alexandre. De volta ao Brasil, constatou que estava diante de uma boa oportunidade de negócio. Em 1994, nasceu a ULTRA420 e, junto com ela, um novo nicho de mercado no território nacional, o das headshops. Nos anos seguintes, a ULTRA420 começou a importar produtos dos Estados Unidos e expor suas novidades no Mercado Mundo Mix, projeto itinerante que projetou nomes importantes da moda brasileira. Assim, a Ultra420 desbravou o mercado e tornou-se conhecida também em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre, entre outras cidades brasileiras. Em todas as ocasiões, o público recebeu a iniciativa com entusiasmo e a marca conquistou clientes fiéis dos cachimbos, bongs e sedas.Foram os próprios consumidores que demandaram a abertura da primeira loja física, em 1996. Neste ano, a ULTRA420 fixou-se na lendária Rua Augusta, na Galeria Ouro Fino, endereço descolado e conhecido reduto do underground paulistano. Hoje, a Ultra420 conta com três lojas (São Paulo, Rio de Janeiro e Niterói), uma loja virtual e muitas novidades que, a cada dia, reforçam seu pioneirismo. Por exemplo? O lançamento de modelos exclusivos de bongs nos moldes dos tradicionais produtos da Ilha de Murano e, também, uma linha de cachimbos que segue as tendências e movimentos apontados pelo mercado da moda.

Hoje a Ultra420 garante uma diversidade de produtos que são produzidos orgulhosamente no Brasil, respeitando e valorizando o trabalho artístico de cada profissional que trabalha para a empresa. A busca pela inovação é uma constante.  E a felicidade de termos desenvolvido uma empresa capaz de competir de igual para igual com o mercado internacional é enorme. Com todo este sucesso, a consequência natural foi o projeto de expansão da marca, por meio de franquias. Junto com ele, o mix de produtos foi ampliado e a loja comercializa agora também camisetas, chinelos, canecas, isqueiros, cachimbos de vidro e metal, além de trituradores, vaporizadores,  incensos com aromas exclusivos e aromatizantes de ambientes que eliminam o cheiro do fumo, com tecnologia aprovada pela ANVISA.

Fonte: Smoke boddies - Clique aqui
01/12/2014

 

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Disposição para inovar: Alexandre Perroud, dono da tabacaria contemporânea Ultra 420, apostou em nicho e se deu bem Formado em administração de empresas, Alexandre Perroud desde criança sabia que um dia assumiria os negócios da família – uma metalúrgica, fundada pelo avô, no bairro paulistano do Brás. Foi preparado para isso ainda na infância, quando no período de férias, aprendia o trabalho desde o chamado chão de fábrica. Aos 23 anos, com a separação dos pais, foi surpreendido com o desafio de comandar a empresa por seis meses. “Foi uma experiência e tanto”, diz. “Provei que eu era capaz e ainda desenvolvi duas novas áreas de negócios, a criação de luminárias injetadas e uma linha de placas de identificação para cães e gatos”. 

Em 1994, viajou para a Europa e aterrissando na Holanda pela terceira vez, percebeu um nicho ainda inexplorado no Brasil, o universo das headshops, lojas especializadas em produtos voltados para os adeptos do fumo. “Fiquei maravilhado. As lojas eram coloridas, modernas e tinham parafernálias para todo tipo de fumo”, lembra. De volta ao Brasil, decidiu investir neste novo nicho, criando então o mercado de tabacarias contemporâneas.  Lançou a ideia no Mercado Mundo Mix, uma feira underground que projetou nomes importantes da moda como Alexandre Herchcovitch e Marcelo Sommer. A novidade agradou e, em 1996, abriu a primeira loja, batizada Ultra 420. O ponto não poderia ser melhor – a Rua Augusta, mais precisamente a Galeria Ouro Fino. Mais tarde, abriu uma unidade no Rio de Janeiro e, agora, aos 45 anos, prepara-se para formatar a primeira rede de franquias do ramo. “Pioneirismo sempre foi a minha marca”, declara. Quanto à metalúrgica da família? Fechou as portas pouco tempo depois da saída de Alexandre. “Meu pai contou que não tinha mais a mesma motivação para tocar o business sem mim”, conta. “Mas eu não poderia fazer diferente, pois todo empreendedor gosta de ser dono do próprio nariz e tocar a própria criação.” 

Fonte: Segs - Clique aqui
07/05/2015

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 Ultra420 lança produto inovador que elimina o cheiro de cigarro dos ambientes

A Ultra420, headshop (loja especializada em produtos para os adeptos do fumo), está lançando o Brisa, desodorizador de alta tecnologia, que elimina completamente o cheiro do cigarro dos ambientes. Além de acabar com o mal odor, graças à tecnologia  MOC (Mal Odor Control), o produto ainda garante um agradável aroma no local. Sua fragrância, “Sparkling lavander”, é suave, fresca e leva um toque cítrico que a caracteriza como jovial e moderna. “O efeito do Brisa é imediato, basta borrifar no ambiente que o mal cheiro é rapidamente encapsulado”, diz Alexandre Perroud, proprietário da Ultra420.  O produto dispõe, também, do aroma de um suave buquê floral, proporcionando uma sensação de relaxamento e aconchego. O item pode ser adquirido na loja virtual da tabacaria (www.ultra420.com.br), com venda e entrega em todo território nacional, ou então nas lojas físicas em São Paulo, Rio de Janeiro e Niterói. Preço: R$ 39, a unidade. Ultra420 – em São Paulo: na Galeria Ouro Fino (Rua Augusta, 2690 - Loja 214 - Bairro Cerqueira Cesar - São Paulo – SP), no Rio de Janeiro, na Galeria River (Rua Francisco Otaviano, 67 - Loja 48 - Arpoador – Rio de Janeiro – RJ) e em Niterói  na Galeria Center V), na Rua Lopes Trovão, 134 - Loja 252 - Bairro Icaraí - Niterói – RJ). Loja virtual: www.ultra420.com.br (vende e entrega em todo o Brasil).  Sobre a Ultra420: é a primeira headshop do Brasil, loja especializada em produtos voltados para os adeptos do fumo. Quando surgiu em 1994, em São Paulo (SP), a Ultra420 inaugurou um nicho de mercado totalmente inovador, oferecendo não só produtos voltados para adeptos do fumo, mas todo um estilo de vida. Fumos, cachimbos, isqueiros, bongs e sedas são apenas o começo. No mix de produtos, é possível encontrar também tudo que se relaciona com esta cultura, como revistas, peças de vestuário e objetos decorativos. Os produtos são encontrados nas lojas de São Paulo, Rio de Janeiro e Niterói. Ou então, na loja virtual.

Fonte: Revista Midia Direta - Clique aqui
02/02/2015

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Ultra 420

Em São Paulo e Rio de Janeiro, uma grande tabacaria

A Ultra420, moderna rede de tabacaria, com unidades em São Paulo e Rio de Janeiro, lançou nova identidade visual, visando a expansão comercial da rede, que tem meta de abrir filiais em todo o Brasil, através do mercado de franquia. Alexandre Perroud, proprietário da Ultra420, revela que após várias pesquisas, escolheu os tons de laranja e verde para serem as cores oficiais da headshop. "O laranja é quente, vibrante, amigável e convidativo, dá um aspecto alegre e sociável para a marca. Já o verde remete à natureza e, por consequência, também ao fumo", finaliza. A loja em São Paulo, ficou mais iluminada, com ar despojado e mais confortável. Entre as novidades, estão os novos produtos, como camisetas, chinelos, cachimbos entre outros.

Fonte: Gazeta da Semana - Clique aqui
22/03/2015

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