Ultra420 - A Primeira Head Shop do Brasil
TREINAMENTOS/PALESTRAS

Depois de 23 anos de experiência, desde que criou o mercado legal canábico, no Brasil; Alexandre Perroud percebeu que estava na hora de compartilhar seus conhecimentos e ensinamentos explicitamente para que o mercado pudesse chegar aonde ele sempre sonhou e gerar uma verdadeira revolução verde.

Há dois anos, o hempresário ministra palestras e cursos para quem quer entrar no mercado e para quem quer se aprimorar no mercado legal canábico nacional.

São duas experiências completamente diferentes!

Na palestra, Perroud conta a história do mercado, a criação da primeira headshop do Brasil, tudo o que aconteceu até chegarmos até aqui e para onde estamos indo.

No curso, ensina como começar uma headshop.

" Muitos de nós não vivemos nossos sonhos porque ainda estamos vivendo com medo "

A melhor forma de viver a vida é investir em algo que ultrapasse sua própria duração.

Estamos prontos para te ajudar a crescer no mercado canábico legal brasileiro!

Venha fazer parte desta história! 

 

 

 

PERFIL ALEXANDRE PERROUD 

Conheça a história do primeiro “hempreendedor” do Brasil

Se hoje as headshops – ou “tabacarias contemporâneas” – são populares no Brasil, agradeça a Alexandre Perroud. Quando decidiu fundar a Ultra420, primeira loja do gênero no país, o paulistano enfrentou toda sorte de preconceito e repressão. Mais do que simplesmente lançar produtos inéditos, ele ajudou a fomentar a luta pela legalização da maconha. Duas décadas depois, comemora o sucesso da marca e dá sequência à expansão através de franquias. “Ativismo também se faz com negócios”, afirma.

Foi durante um intercâmbio estudantil na Califórnia, em 1986, que o hempresário teve o primeiro contato com o universo das headshops. “Após as aulas, eu costumava surfar em Huntington Beach, até que, em um dia sem ondas, conheci uma loja chamada Raspberry Roach“, relembra. Pouco tempo depois, durante uma viagem a Amsterdam, teve a chance de visitar outras lojas semelhantes.
Fascinado pelos produtos coloridos e modernos, Alexandre percebeu que estava diante de um nicho de mercado até então inédito no Brasil. “Era diferente de tudo que eu conhecia e percebi que estes espaços eram o ponto de encontro das mais variadas tribos. Foi quando senti que o sonho havia me escolhido e que havia recebido ‘o chamado'”, conta.


O início


Em 1994, já de volta ao Brasil, Alexandre – então com 20 e poucos anos – decidiu investir neste novo mercado, criando a primeira headshop nacional.
A Ultra420 começou de forma modesta, com produtos importados e um ponto de venda dentro do Mercado Mundo Mix, feira itinerante que projetou nomes importantes da moda nacional.
“As primeiras importações de cachimbos, bongs, sedas e trituradores foram feitas na mala, estourando o limite do cartão de crédito”, lembra o hempresário.

Com o Mundo Mix, Alexandre viajou para diversas capitais brasileiras apresentando os produtos e estilo de vida propostos pela nova marca. “Não demorou muito para termos fãs em todo o país. Os próprios clientes demandaram pela abertura da primeira loja”, orgulha-se.
Em 1996, ele inaugurou a primeira unidade na Galeria Ouro Fino, em São Paulo. Mais tarde, abriu uma unidade no Rio de Janeiro, que depois se transformou em franquia, assim como a loja de Niterói.


Desafios


Não demorou muito até que as primeiras dificuldades batessem à porta do hempreendedor. A partir de 1997, a desvalorização do real praticamente inviabilizou as importações. “Foi quando decidi buscar fornecedores locais para criar as peças”, diz.
Através de parcerias com mestres vidreiros locais, Alexandre também foi pioneiro ao desenvolver os primeiros bongs, cachimbos e vaporizadores de vidro do Brasil.
Hoje em dia, 51% dos itens à venda na Ultra420 são de fabricação própria.


Repressão e preconceito


Além das dificuldades comuns a todo pequeno empresário de primeira viagem, Alexandre ainda teve que lidar com problemas específicos do mercado canábico. A começar, é claro, pela repressão.
Se hoje em dia – em pleno ano de 2017 – ainda há quem torça o nariz para qualquer tema ligado à cannabis, tente imaginar o conservadorismo do Brasil na década de 1990, pouco tempo após o término da ditadura militar.
Enquanto buscava por sócios para investir na empreitada, ele sentiu na pele o peso do preconceito. “Todos diziam que eu seria preso e riam do projeto.”
Sem falar da discriminação por parte dos fornecedores e – pasme! – dos próprios clientes. “Muitas fábricas não aceitavam nossos desenvolvimentos quando descobriam a finalidade, havia um preconceito muito grande até mesmo dos usuários, que tinham vergonha ou receio de serem vistos entrando na loja. Era um negócio que vivia á margem da legalidade.”
Alexandre não chegou a ser preso, mas foi vítima de repressão por pelo menos sete vezes. “A polícia ia até a loja com uma equipe completa, com delegado, escrivão e investigadores. Numa destas batidas, eles davam socos nas paredes em busca de fundo falso”, rememora.
Por orientação do advogado, durante os primeiros anos ele carregava um habeas corpus preventivo no bolso.



Ativismo


Formado em Administração de Empresas, Alexandre acredita que ativismo e negócios estão intimamente ligados.
“A partir do momento em que eu invisto meu tempo, trabalho e dinheiro para criar um nicho inexistente e ir contra tudo e todos – de uma forma totalmente legal, gerando impostos e empregos – eu também ajudo a mudar hábitos e fomentar a luta pela legalização no Brasil.”
Atento aos detalhes, o hempresário cumpriu todos os trâmites legais e fiscais antes de inaugurar a primeira loja, incluindo a contratação de um advogado criminalista para assessorar na questão da legalidade dos produtos.

Foco na inovação


Adepto da escalada de vulcões, Alexandre também lança mão de seu espírito aventureiro e arrojado na hora de gerir a empresa. “Sempre fui apaixonado pelo desenvolvimento de novos produtos, penso sempre na inovação que trarão ao mercado e no bem-estar que proporcionará aos consumidores”, ressalta.
O reflexo disso pode ser visto no variado mix de produtos de marca própria. Entre bongs e incensos, passando por vaporizadores, trituradores, cachimbos e até cerveja, é possível identificar em cada item o DNA criativo e pioneiro da empresa.




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